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Strauss-Kahn transferido para uma cela na ilha de Rikers

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Strauss-Kahn transferido para uma cela na ilha de Rikers

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Dominique Strauss-Kahn foi transferido para a prisão da ilha de Rikers, em Nova Iorque, depois de ver recusada a libertação sob caução.

O advogado do diretor-geral do FMI, Benjamin Brafman, deixou entender que a defesa irá atacar supostas “imprecisões” no calendário da alegada agressão sexual e tentativa de fuga do cliente.

Os procuradores dizem-se confiantes nos factos contando, para além do testemunho da vítima, com testes ADN realizados a Strauss-Kahn.

O patrão do FMI foi formalmente acusado de atos sexuais ilícitos, abuso sexual, tentativa de violação e sequestro, crimes que podem significar até 74 anos de prisão.

Brafman diz que “a batalha acabou de começar”. A defesa “vai provar que [ele] é inocente” e acredita que o caso é “bastante defensável e que ele não tem qualquer intenção de fugir à jurisdição. A sua principal intenção é tentar limpar o seu nome”.

Depois de ver recusada a libertação sob caução, Strauss-Kahn foi transferido para a ilha de Rikers – o maior complexo prisional do mundo, com 14 mil detidos – onde permanecerá numa cela individual e isolada até à próxima audiência, prevista para sexta-feira.