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Caso Strauss-Khan: especulações sobre um possível sucessor

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Caso Strauss-Khan: especulações sobre um possível sucessor

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Com o intuito de repensar a nova política económica da Europa, vários líderes do velho continente reuniram-se esta quarta-feira em Bruxelas, mas na prática é o futuro incerto do diretor do Fundo Monetário Internacional que parece liderar as preocupações.

Um facto difícil de admitir. “Não comento.

A investigação está a desenrolar-se de acordo com a lei e por isso não acho adequado pronunciar-me sobre este assunto agora”, disse Olli Rehn, Comissário Europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros.

Para os que dão como certa a saída de Strauss-Kahn da direção do FMI, há sempre repostas à altura que dissipam as dúvidas.

“Neste momento não há ofertas de trabalho nem vagas disponíveis. As instituições continuam a funcionar”, esclarece Angel Gurria, secretário-geral da OCDE.

O vice-presidente do Banco Central Europeu, Vitor Constâncio, acrescenta: “A instituição funciona independentemente das pessoas que a compõem e o FMI é forte, por isso está tudo a funcionar.”

O secretário de Estado do Tesouro norte-americano considera que Strauss-Khan “não está em condições de dirigir” o FMI.

Por outro lado, a África do Sul defende que o novo rosto da instituição deve vir de um país em vias de desenvolvimento, para refletir as mudanças mundiais.

Falta saber afinal o que pensa Strauss-Khan sobre o assunto.