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Diretor-geral do FMI transferido para ala anti-suicídio da prisão da ilha de Rikers

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Diretor-geral do FMI transferido para ala anti-suicídio da prisão da ilha de Rikers

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Dominique Strauss-Kahn foi transferido para a ala de prevenção de suicídios da prisão da ilha de Rikers, em Nova Iorque.

A informação foi avançada por vários meios de comunicação norte-americanos, que citam fontes dos serviços prisionais.

O diretor-geral do Fundo Monetário Internacional irá comparecer novamente na sexta-feira em tribunal.

O advogado da alegada vítima da agressão sexual – uma empregada do hotel Sofitel de Manhattan – defende que não existe qualquer conspiração contra o patrão do FMI.

Jeffrey Shapiro diz que ela “não fazia nenhuma ideia de quem era este homem, mesmo após a agressão horrível de que foi vítima. Só descobriu quem ele era no dia seguinte, por isso não existe qualquer conspiração. Tratou-se apenas de uma funcionária [do hotel] que estava simplesmente a tentar fazer o seu trabalho. Ela não faz parte de nenhum tipo de conspiração”.

Face a acusações que lhe podem valer até 74 anos de prisão, Strauss-Kahn enfrenta também pressões crescentes para se demitir da direção do FMI. O conselho de administração do organismo tentou ontem, sem sucesso, contactar o diretor-geral e Washington estima que ele “não está em posição” de se manter no cargo.