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Washington vai impor sanções ao presidente sírio

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Washington vai impor sanções ao presidente sírio

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Em dia de greve geral na Síria, pelo menos oito pessoas foram mortas em Tall Kalakh, no oeste do país, uma localidade cercada pelo exército há vários dias.

O apelo à greve foi pouco seguido na maior parte das cidades, com exceção para Homs. Muitas lojas fecharam portas e os manifestantes juntaram-se para protestar contra a repressão.

O presidente sírio Bashar al-Assad admitiu que as forças de segurança cometeram erros face à revolta popular e disse que milhares de polícias estão a receber formação.

Apesar das declarações, os Estados Unidos vão impor sanções contra o presidente por violação dos direitos humanos. A notícia surge no dia em que a Suíça anunciou várias medidas contra personalidades do regime sírio e em que a Rússia se manifestou contra uma eventual resolução da ONU para uma intervenção militar na Síria.

Na cidade de Aleppo, houve manifestações para denunciar a vala comum encontrada em Deraa, o epicentro da revolta popular.

As organizações sírias de direitos humanos falam em mais de 850 mortos desde meados de março e mais de oito mil detenções.