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DSK demitiu-se do FMI

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DSK demitiu-se do FMI

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Dominique Strauss-Kahn já não é o diretor-geral do FMI. O economista e político francês apresentou a sua demissão do cargo no Fundo Monetário Internacional.

Na carta de demissão, Strauss-Kahn aproveita para negar “categoricamente todas as alegações” feitas contra si e garante que a sua prioridade agora é provar a sua inocência no escândalo sexual que o envolve.

O ex-patrão do FMI está na ala de prevenção de suicídios da prisão da ilha de Rikers, em Nova Iorque.

Os seus advogados vão, esta quinta-feira, pedir novamente uma libertação sob caução: em contrapartida, propõem uma caução de um milhão de dólares, prisão domiciliária e uso de pulseira eletrónica.

O advogado William Taylor afirmou que a disposição de Strauss-Kahn é “séria, mas boa. É um homem forte, empenhado em seguir em frente”, disse. Questionado sobre se o cliente já teve contacto com a esposa, a jornalista francesa Anne Sinclair, o advogado diz que “sim”, mas deixa entender que não foi cara-a-cara.

Quanto à alegada vítima, efetuou ontem o primeiro depoimento, à porta fechada. A empregada do hotel, uma guineense de 32 anos, recusa categoricamente ter consentido qualquer ato sexual com Strauss-Kahn.

Desde segunda-feira que o ex-dirigente do FMI estava sob forte pressão de vários quadrantes para que se demitisse.