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Strauss-Kahn demite-se da direção do FMI

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Strauss-Kahn demite-se da direção do FMI

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O Fundo Monetário Internacional anunciou a demissão de Dominique Strauss-Kahn. O comunicado do organismo precisa que o até agora director-geral do FMI “nega firmemente” as acusações de agressão sexual de que é alvo.

Os advogados Strauss-Kahn vão tentar novamente hoje obter a libertação sob caução.

O ex-patrão do FMI está na ala de prevenção de suicídios da prisão da ilha de Rikers. O advogado William Taylor afirmou que a disposição de Strauss-Kahn é “séria, mas boa. É um homem forte, empenhado em seguir em frente”. Questionado sobre se o cliente já teve contacto com a esposa, o advogado diz que “sim”, mas deixa entender que não foi cara-a-cara.

Os advogados de Strauss-Kahn vão tentar obter a sua libertação, propondo que seja colocado em prisão domiciliária com uma pulseira eletrónica.

A alegada vítima efetuou ontem o primeiro depoimento, à porta fechada, e diz-se disposta a depor contra Strauss-Kahn.

À entrada da sede do FMI em Washington, uma quinzena de mulheres pertencentes à maior organização feminista norte-americana pediam já esta quarta-feira a demissão de Strauss-Kahn, desejo que acabou por se concretizar poucas horas mais tarde.