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UE quer reforçar o apoio às vítimas de criminalidade

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UE quer reforçar o apoio às vítimas de criminalidade

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Nem todas as férias são sinónimo de boas recordações. Calcula-se que em toda a União Europeia 75 milhões de pessoas sejam vítimas de criminalidade todos os anos.

Uma situação tanto mais difícil quanto maiores são as barreiras linguísticas e de comunicação entre as vítimas e as autoridades locais, ou quando o procedimentos jurídicos divergem radicalmente entre Estados-membros.

“A vítima encontra-se muitas vezes no meio do nada, é vitimizada uma segunda vez, terceira, porque ninguém se preocupa.

Por isso é preciso mudar”, disse a Comissária Europeia da Justiça, Viviane Reding.

E em nome dessa mudança a Comissão Europeia apresentou um pacote de propostas para reforçar os direitos das vítimas de criminalidade fora do país, num qualquer Estado-membro dos “27”.

O objetivo é assegurar o estabelecimento de normas mínimas aplicáveis.

“No Reino Unido, temos um ótimo gabinete de apoio à vítima. No nosso caso o problema foi quando o meu filho foi vítima de crime no estrangeiro, não conseguíamos aceder porque estávamos fora”, explica Maggie Hughes, defensora dos direitos das vítimas.

O Reino Unido é considerado um modelo neste domínio. A proposta do executivo comunitário tem agora de ser validada no Parlamento Europeu.