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Segunda volta das presidenciais peruanas sem vencedor anunciado

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Segunda volta das presidenciais peruanas sem vencedor anunciado

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A segunda volta das presidenciais no Perú anuncia-se renhida. Face ao elevado número de indecisos, avaliado em 20 por cento do eleitorado, a reta final da campanha foi particularmente intensa.

O ex-tenente coronel nacionalista Ollanta Humala defende que “não se pode voltar a uma ditadura corrupta. As estatísticas internacionais colocam Alberto Fujimori na sétima posição dos presidentes mais corruptos do planeta, que desviou 600 milhões de dólares”.

Humala enfrenta na segunda volta das presidenciais a filha do antigo chefe de Estado condenado pela Justiça peruana e as sondagens anunciam um empate técnico.

Keiko Fujimori diz que “Humala não tem as ideias claras e isso gera desconfiança no país e é um grande problema para o desenvolvimento da economia”.

A candidata espera tornar-se na primeira mulher na presidência, apesar do legado do pai, preso por corrupção, enriquecimento ilícito e violação dos direitos humanos.

Humala, que em 2006 perdeu a primeira corrida ao cargo, espera agora capitalizar num maior pragmatismo e moderação.