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Portugal: Depois da festa, a austeridade

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Portugal: Depois da festa, a austeridade

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Em nome da credibilidade do país, o novo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, diz que o próximo Governo pode ir além das metas acordadas com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional.

O líder do PSD, eleito este domingo com 38,6 por cento dos votos, reforçou, numa entrevista à agência Reuters, o total empenhamento para cumprir o acordo com a “troika”, visto por alguns analistas, como o verdadeiro programa do Governo.

Passos Coelho diz que o novo Executivo vai apostar em “mais concorrência, num processo de privatizações que seja transparente” e numa redução da dívida e da despesa pública, sem colocar em risco a coesão social.

Promessas que nesta altura visam sobretudo transmitir uma mensagem de confiança aos mercados financeiros internacionais.

Na manhã desta segunda-feira os juros da dívida portuguesa a dois, cinco e dez anos negociaram em queda, animados pela vitória da direita.