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Strauss-Kahn rejeita acusações de crimes sexuais


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Strauss-Kahn rejeita acusações de crimes sexuais

Dominique Strauss-Kahn declarou-se “inocente” face às acusações de alegados crimes sexuais contra uma empregada de hotel. O ex-diretor do FMI foi ouvido, esta segunda-feira, num tribunal de Nova Iorque e vai agora ser encaminhado para um julgamento com júri.

Aos 62 anos, Strauss-Kahn arrisca-se – em teoria – a uma pena que pode ir até 74 anos de prisão se for considerado culpado pelos sete crimes de que é acusado, entre os quais agressão sexual, tentativa de violação e sequestro.

No final da audiência, o advogado de Strauss-Kahn, Benjamin Brafman, declarou que “quando forem revistas as provas ficará claro que não foi usada a força”.

Os advogados da alegada vítima prometem uma dura batalha judicial contra aquele que já foi visto como um dos homens mais poderosos do planeta.

“A vítima quer que saibam que nem o poder, nem o dinheiro, nem a influência mundial de Dominique Strauss-Kahn vão impedir que se conheça a verdade sobre o que ele lhe fez no quarto de hotel”, declarou Kenneth Thompson, advogado da camareira.

Esta foi a terceira audiência desde que Strauss-Kahn foi detido a 14 de maio. Agora, “as atenções focam-se no dia 18 de julho, data da próxima audiência no tribunal de Manhattan”, conclui a correspondente da euronews em Nova Iorque, Anna Bressanin.

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