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Moscovo rejeita interferência externa na Síria

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Moscovo rejeita interferência externa na Síria

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O conflito na Síria deve ser resolvido internamente.

Pelo menos é o que defende a Rússia numa altura em que o Conselho de Segurança das Nações Unidas se prepara para votar uma resolução a condenar a repressão no país.

Desconhece-se para já se Moscovo vai usar o direito de veto ou se pretende abster-se.

Mas quanto à posição da Rússia não restam dúvidas:

“A situação na Síria não representa uma ameaça à paz e à segurança internacional. As discussões em torno da proposta anti-síria podem contribuir para uma escalada da tensão interna, que pode ter um impacto negativo na região” afirma o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.

A Rússia e a China contestam não só esta resolução como uma outra, a caminho do Conselho de Segurança das Nações Unidas, e aprovada, esta quinta-feira, pela Agência Internacional de Energia Atómica. Ao que tudo indica existem agora indícios que provam a existência da central nuclear de Al Kibar destruída em 2007 pela aviação israelita. Recorde-se que Damasco negou sempre a existência da central.