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Exército sírio volta a abrir fogo contra manifestações anti-regime

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Exército sírio volta a abrir fogo contra manifestações anti-regime

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Apesar da violência do regime, dezenas de milhares de sírios voltaram a sair à rua para protestar contra o presidente Bashar Al-Assad.

Em Homs, no centro da Síria, o exército abriu fogo sobre cerca de cinco mil manifestantes, fazendo dezenas de feridos e vários mortos, segundo ativistas dos direitos humanos.

O cenário repetiu-se noutros pontos do país onde, mais uma vez, os sírios aproveitaram as orações de sexta-feira para elevar a voz contra o regime.

Na província de Deraa, epicentro da contestação iniciada há três meses, os protestos reuniram dezenas de milhares de pessoas, segundo ativistas sírios.

A União Europeia e os Estados Unidos tentam condenar o regime sírio no quadro das Nações Unidas, mas continuam a contar com a oposição da China e da Rússia.

Nos protestos desta sexta-feira, a bandeira russa era queimada juntamente com símbolos do regime de Al-Assad e do Irão, aliado da Síria.

O secretário-geral da ONU apelou a Damasco para “parar de matar” civis, num momento em que a repressão já custou mais de 1300 vidas.