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Merkel quer privados na ajuda à Grécia

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Merkel quer privados na ajuda à Grécia

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Os protestos em Atenas continuam contra todos os programas de austeridade e é para o Parlamento que se dirigem todas as manifestações.

Com um novo governo e novas promessas de ajuda da Europa, há quem acredite que a Grécia escape à bancarrota.

Enquanto se protesta em Atenas, na Alemanha discute-se a melhor forma de ajudar.

Este sábado, a chanceler alemã, falando numa reunião da CDU, disse que o plano de ajuda não pode ser explicado em público:

“E deixem-nos agora, naturalmente, tentar recolher uma contribuição substancial – voluntariamente – dos credores privados. Mas isso não se faz na rua, ou em conferências de imprensa. Isso faz-se através de negociações, com todos aqueles que podem contribuir para isso”.

Na sexta-feira, depois de muitas hesitações, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy chegaram finalmente a um acordo, sobre o plano de ajuda à Grécia.

Mas preferiram falar, sobretudo, de um plano para manter a estabilidade do Euro.

Para isso, é preciso aliviar a pressão dos mercados, sobre a dívida soberana dos países periféricos.

E, na primeira linha dos necessitados, está a Grécia.