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Ambiente em destaque no Paris Air Show 2011


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Ambiente em destaque no Paris Air Show 2011

Em tempos de subida do preço do petróleo, as atenções viram-se para os combustíveis alternativos, no Paris Air Show 2011.

Este Boeing 747-8 usou uma mistura que continha 15% de biocombustível, baseado em óleo de camelina, na viagem entre Seattle e Le Bourget. Este óleo pode ser usado como um substituto para o querosene, sem que sejam necessárias modificações do motor.

Outros combustíveis alternativos utilizam algas e até mesmo resíduos industrais, como explica Robert Sturtz, representante das companhias aéreas americanas. “A beleza dos combustíveis renováveis é que é uma oportunidade para usar resíduos, até mesmo os industriais. O dióxido de carbono emitido por um grande número de fábricas siderúrgicas pode muito bem ser uma fonte de combustível para aviões”.

O avião “Solar Impulse” chegou a Paris apenas com energia solar. O aparelho de Bertrand Piccard e André Borschberg está a preparar-se para dar a volta ao mundo em 2014.

Mas será que está destinado a ficar na lista das grandes experiências ou será que a tecnologia vai mesmo ser utilizada no setor dos transportes? “Penso que todas as tecnologias usadas no “Solar Impulse” poderão ser rapidamente utilizadas nas viaturas, nas casas, nos aquecedores, nas iluminações, se houver uma vontade política de o fazer. Será necessário mais tempo para que isso possa permitir aos aviões transportar passageiros”, responde Piccard.

Portugal apresentou uma proposta para o futuro da aviação executiva, numa simbiose entre natureza e tecnologia. No interior do aparelho são usados a cortiça e o couro, uma iluminação intuitiva, fibras óticas e LED, ecrãs táteis e um conceito de tecnologia invisível.

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