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A crise do euro é um "negócio da China"

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A crise do euro é um "negócio da China"

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A libertação de dois dissidentes chineses coincide com a segunda viagem à Europa, nos últimos nove meses, de uma delegação ofical de Pequim.

O primeiro-minstro chinês Wen Jiabao aterrou esta manhã em Londres, depois de ter visitado ontem a Hungria e antes de se deslocar a Berlim.

Em plena crise do euro, a China afirma-se decidida a investir no mercado da dívida dos países da União.

Em Budapeste, Jiabao comprometeu-se a adquirir uma parte das obrigações da dívida húngara e a investir cerca de mil milhões de euros na indústria química do país.

O chefe de governo tinha viajado no final do ano passado à Grécia, Portugal e Espanha, onde tinha prometido adquirir grande parte das respetivas dívidas, quando o Fundo de Estabilização europeu emitir novas obrigações.

Depois de investir em África, América e Austrália, a China, cujo crescimento económico se mantém nos dois digitos, vira-se agora para a Europa. Pequim afirma-se pronto a ajudar a recuperação da economia do continente, um “negócio da China” em plena crise do euro.