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Gregos em greve e protesto

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Gregos em greve e protesto

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Os trabalhadores gregos deram, hoje, início a uma greve geral de 48 horas. Nas ruas, o único movimento é o da indignação.

A paralisação convocada pelas principais centrais sindicais coincide com a entrada no Parlamento do plano de austeridade.

Só a aprovação do polémico pacote permite à Grécia receber a tranche de 12 mil milhões de euros do Fundo Monetário Internacional e União Europeia.

“São medidas muito duras que nem sequer vão ser eficazes. Se fossem eficazes, talvez nós fôssemos mais pacientes, mas não acreditamos que sejam bem-sucedidos” afirma um homem.

Na véspera da votação do plano, os trabalhadores voltaram a paralisar o país. Por mar, terra e ar, a Grécia está de novo a meio gás.

Para esta tarde estão previstas novas manifestações.

“Os trabalhadores estão numa situação dramática e estamos à beira da pobreza. O governo declarou guerra e é com guerra que vamos responder” refere um grego.

Ontem, o primeiro-ministro grego foi ao Parlamento apelar à aprovação do novo pacote de austeridade.

Durante 15 minutos.

George Papandreou disse que o voto é a última oportunidade para que o país continue de pé.