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O cibercrime na mira das polícias europeias

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O cibercrime na mira das polícias europeias

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Foi num ambiente festivo, mas num tom grave, que a Europol inaugurou a sua nova sede em Haia, na Holanda.

Uma cerimónia que coincidiu com o fim de um congresso que reuniu mais de 300 representantes das polícias de toda a Europa para discutir as novas ameaças à segurança no continente.

Para o responsável da agência de polícia europeia, o terrorismo e a cibercriminalidade são alguns dos desafios mais urgentes.

“Estamos a atravessar um momento decisivo para a segurança na Europa. Vamos investir mais recursos coletivamente para antecipar melhor o futuro do crime organizado para que possamos responder mais rapidamente contra as novas formas, mais dinâmicas e imediatas, de crime e terrorismo”.

Na mira da Europol, a utilização crescente da internet, tanto por parte de redes criminosas organisadas como por grupos terroristas.

“A tecnologia é uma faca de dois bicos quando utilizada por criminosos que representam um desafio para as forças de segurança. O cibercrime, por exemplo, não pode ser combatido com os meios tradicionais da polícia. Uma das conclusões desta convenção é que o combate contra o crime organizado vai necessitar de uma abordagem cada vez mais criativa”.