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União Africana rejeita ataque armado à Líbia


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União Africana rejeita ataque armado à Líbia

A União Africana rejeita qualquer ação armada para pôr termo ao conflito na Líbia, mas prevê o afastamento do líder líbio das negociações para resolver a crise.

No final da décima sétima cimeira da organização foi acordada a adoção de um texto, do qual pouco se conhece, que serve de base às negociações entre as partes na Líbia.

“As crises como a da Líbia, como a da Costa do Marfim, com as do Sudão ou da Somália, todas estas crises são abordadas num momento preciso e África teve, como todos os continentes, pontos de vista que não são, necessariamente, idênticos. E por isso era necessário conseguir, através de um longo debate, de negociações, uma posição comum”, explica Jean Ping, comissário da União Africana.

Das propostas fará parte um cessar-fogo imediato, a permissão de entrada de ajuda humanitária e uma transição com eleições democráticas. O concenso foi conseguido.

“Posso dizer que nem todos mas a maioria dos países estão, abertamente, connosco. Concordam que Kadafi deve abandonar o poder e deixar o país. E ninguém, dentro ou fora de portas, apoia Kadafi”, afirma Abderrahman Chalgham, do Conselho Nacional de transição líbio.

O objetivo da 17ª cimeira da União africana consistiu em dissipar o desacordo sobre a Líbia. Nos últimos dois dias, os líderes africanos debateram, alguns fizeram sugestões, outros entraram em confronto mas, no final, adotaram uma posição comum.

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