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Seca mata diariamente no Corno de África

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Seca mata diariamente no Corno de África

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Dadaab, um dos maiores campos de refugiados do mundo, situado na região entre a Somália e o Quénia está muito acima da sua capacidade.

Todos os dias chegam pessoas que fugiram da seca que atinge a Somália, muitas acabam por morrer de fome e de desidratação durante a viajem

O alerta vem do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados presidido por António Guterres. “Aqui no campo de Dadaab temos os mais pobres dos pobres, os mais vulneráveis dos mais vulneráveis do mundo”.

De acordo com o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, mais de 110 mil pessoas chegaram aos campos de refugiados já lotados, situados na localidade remota de Dolo Ado, no sudeste da Etiópia e 1 600 cruzam a fronteira diariamente em busca de água e alimento.

A região conhecida como Corno de África que abrange a Somália, Etiópia, Eritreia, Quénia, Uganda, Djibuti e Sudão vive hoje a pior seca dos últimos 60 anos.