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Não há mais sobreviventes do naufrágio no Volga

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Não há mais sobreviventes do naufrágio no Volga

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Enquanto retiram do rio Volga os corpos das vítimas do naufrágio do navio de cruzeiro Bulgária, as autoridades russas prosseguem as investigações para apurar as causas da tragédia.

Mais de cem corpos ficaram retidos no interior da embarcação que se encontra a 20 metros de profundidade, quebrada em quatro partes.

Um dos membros do comité de investigação explica que os investigadores estão a explorar todas as versões possíveis para o acidente. “Sabemos que o navio se inclinava para a direita já quando deixou o porto de Kazan e é provável que um problema técnico tenha estado na origem do acidente”.

O drama ocorreu na região do Tartaristão, a 800 quilómetros de Moscovo. O navio efetuava um cruzeiro numa região muito solicitada por turistas russos.

A bordo viajavam famílias inteiras. Cerca de oitenta pessoas sobreviveram mas já não há esperança de encontrar mais ninguém com vida.

O navio ter-se-à afundado no decurso de uma manobra para mudar de rumo. Adernou à direita e foi sacudido por uma vaga.

A embarcação, com mais de cinquenta anos, tinha capacidade para 120 pessoas, levava a bordo 208 e, segundo as autoridades russas, não teria licença para os serviços que prestava.