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Mergulhadores procuram vítimas do Volga

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Mergulhadores procuram vítimas do Volga

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Mergulhadores continuam as buscas, no rio Volga, na tentativa de encontrarem mais vítimas do naufrágio de domingo.
 

Confirmadas estão já 100 vítimas mortais, mas 29 pessoas continuam desaparecidas.
 

As autoridades russas admitem que os números da tragédia não estão fechados e, portanto, haverá ainda mais vítimas mortais, por confirmar.
 

As buscas estendem-se por 190 quilómetros e também nos destroços do navio, como diz um mergulhador.
 

“Estamos a trabalhar em locais, onde há má visibilidade, em quartos muito escuros do interior. Há muita lama, nessa plataforma. É muito duro, trabalhar assim”.
 

A frota do Volga é antiga. O “Bulgária”, o navio acidentado, foi construído em 1955. Mas apesar da proveta idade, tinha marcada uma operação de restauro, apenas para 2012.
 

A tragédia, não o deixou chegar lá.
 

A emoção tem marcado os funerais das 79 vítimas já encontradas.
 

Também o capitão já foi sepultado, com muitas homenagens e elogios.
 

A viuva diz que ele podia ter escapado com vida.
 

“Ele teve possibilidades de se salvar, como todas as pessoas que estavam junto dele. Ele foi um grande nadador. Mas preferiu cumprir o seu dever cívico, heroicamente, até este trágico final”.
 

Roman Kalmykov, diretor-geral da companhia armadora, que explorou o “Bulgária”, até fevereiro. conhecia o mau estado do navio.
 

Por isso foi vendido, porque a reparação estava orçada em 175 mil euros, valor considerado muito elevado.