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Egípcios voltam a manifestar-se

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Egípcios voltam a manifestar-se

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Os egípcios reclamam maior rapidez nas reformas políticas prometidas pela revolução.

Esta sexta-feira, depois de uma semana de manifestações, voltaram a concentrar-se na mítica Praça de Tahrir, para exigiram mais pressa.

O alvo são os generais que tutelam o regime de transição.

Pede-se, sobretudo, justiça social:

“A coisa mais importante é a justiça social. É preciso encontrar empregos para as pessoas desempregadas. Se as pessoas enontrarem emprego, nunca mais se verá alguém nesta praça”, diz um manifestante.

Uma mulher passou três dias na Praça de Tahrir, para pedir demissões, nas estruturas do poder:

“Este é meu terceiro dia aqui, e entre as reclamações, a mais importante é a demissão do Procurador-Geral de Justiça e do Conselho Presidencial Civil, a libertação dos oficiais detidos a 8 de abril e o fim das promoções militares. É por essas reivindicações que estamos aqui, outra vez”.

Alguns cartazes não deixam dúvidas, sobre o descontemtamento. Dizem que a “revolução está incompleta”.