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Síria: o risco da guerra cívil

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Síria: o risco da guerra cívil

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Na Síria, enquanto o regime de Bachar al Assad reúne milhares de apoiantes na capital do país, noutras cidades os militares continuam a esmagar pela força os movimentos de contestação.

Cerca de mil soldados equipados de tanques e helicópteros cercaram a cidade a Albu Kamal, próxima da fronteira com o Iraque.

Um dia depois de os serviços secretos terem morto cinco resistentes, entre os quais um jovem de 14 anos, milhares de pessoas sairam às rua em protesto.

A cidade de Homs viveu as 24 horas mais sangrentas. 30 mortos é o primeiro balanço dos confrontos entre apoiantes e opositores ao presidente Bachar al Assad.

Estes confrontos marcam uma mudança perigosa na revolução síria que dura há quatro meses, e podem fazer o país mergulhar na guerra cívil.

Os confrontos e a violência são o quotidiano da maioria das cidades sírias: Os soldados entraram este domingo em Zabadani, no sul do país e em Qatana, a 25 km de Damasco foram detidas dezenas de pessoas.