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Escutas ilegais: Primeiro jornalista a divulgar o escândalo encontrado morto em casa

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Escutas ilegais: Primeiro jornalista a divulgar o escândalo encontrado morto em casa

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Continua na ordem do dia britânico, o escândalo relacionado com as escutas telefónicas ilegais.

Rebekah Brooks, Rupert Murdoch e o seu filho James Murdoch, três dos maiores responsáveis da News Corp passam o dia na Câmara dos Comuns para prestarem declarações à Comissão de Media.

Precisamente um dia depois de Sean Hoare, o primeiro repórter do tabloide “News of the World” a afirmar que Andy Coulson, o ex-chefe de comunicação do gabinete do primeiro-ministro britânico, David Cameron, estar ciente de que sua equipe estava a fazer escutas ilegais, ter sido encontrado morto nesta segunda-feira, na sua casa de Watford, em Inglaterra.

Hoare não só confirmou que Coulson sabia do esquema das escutas ilegais como também encorajava a equipa a escutar os telefones de celebridades e políticos britânicos, afirmando que os repórteres do tabloide inglês tinham a liberdade de localizar as pessoas a usarem o telemóvel em troca do pagamento de verbas à polícia.

Neste contexto, e depois da renúncia do chefe da Polícia Metropolitana, Sir Paul Stephenson, foi agora a vez do número dois daquela corporação, John Yates, após o seu desastroso depoimento no parlamento britânico na semana passada, quando confirmou ter decidido que não valia a pena continuar as investigações sobre as escutas telefónicas no “News of The World”.