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Banho de sangue na Noruega

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Banho de sangue na Noruega

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Os atentados na Noruega a marcarem a atualidade desta sexta-feira.

Confirmados estão 13 mortos, mas as autoridades admitem que este número possa ainda ser corrigido.

Há dezenas de feridos e admite-se que pessoas feridas ou mortas ainda não tenham sido encontradas.

Detido já está o homem que descarregou uma arma automática, sobre os 560 jovens trabalhistas que estavam acampados, nesta ilha de Utoya, nos arredores da capital.Parece não ter ligações a grupos islâmicos.

Os jovens participavam numa universidade de verão, onde era esperado, o primeiro-ministro, Jens Stoltenberg.

Na cidade de Oslo, a explosão junto ao Gabinete do chefe do Governo provocou este cenáruio.

A esta hora, a zona está interdita, à população que para ali acorreu em massa, à procura de familiares.

As suspetas apontam em direcções muito diversas, desde a Al Qaeda, passando por um clérigo islamita, até um desconhedio grupo islâmico que se propõe desencadear uma Jiahd Global.

Houve mesmo uma reivindicação de um grupo denominado Ansar al-Yiahad al-Alami que acabou por ser desvalorizada e até desmentida.

O atentado, aparentemente, pretendia retaliar a presença de tropas norueguesas, no Afeganistão.

O interrogatório do atirador da ilha e Utoya pode abrir as primeiras pistas à polícia.