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Noruega: polícia explica atraso para impedir massacre na ilha de Utoyea

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Noruega: polícia explica atraso para impedir massacre na ilha de Utoyea

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Uma série de circunstâncias atrasou a intervenção policial na ilha de Utoeya. As autoridades norueguesas responderam este domingo às críticas que apontam para a lentidão na resposta ao massacre perpetrado por um atirador solitário.

A Polícia diz ter recebido o primeiro alerta às 17 horas e 27 minutos de sexta-feira. Questionado sobre a razão pela qual o atacante dispôs de uma hora antes de ser capturado, o chefe da Polícia de Oslo sublinhou que “o espaço de tempo exato ainda não foi apurado”. Para isso, será preciso “questionar todas as testemunhas”.

Um defeito num barco impediu uma primeira unidade de polícia de se deslocar à ilha. Uma equipa especial foi enviada de Oslo, a 45 quilómetros de distância, e chegou à ilha às 18 horas e 25 minutos, obtendo dois minutos depois a rendição do atirador. Esta equipa não usou um helicóptero pois o único aparelho disponível estava estacionado noutra base.

Rodrigo Barbosa