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Strauss-Kahn: Conversa telefónica não prova que alegada vítima tinha interesses monetários

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Strauss-Kahn: Conversa telefónica não prova que alegada vítima tinha interesses monetários

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Após uma reunião de oito horas com a sua cliente e o procurador de Manhattan, o advogado de Nafissatou Diallo, a empregada de hotel que acusa Dominique Strauss-Kahn de agressão sexual, declarou que uma conversa telefónica um dia depois da alegada agressão, não prova que a sua cliente estava à procura de dinheiro quando apresentou queixa.

Kenneth Thompson disse ainda que a sua cliente “tem o direito de levar o seu caso à justiça”, para exigir ao antigo chefe do FMI uma compensação pelos danos causados.

No início de julho, o New York Times revelou que a empregada de hotel tinha tido uma conversa telefónica, um dia depois dos alegados factos, com um amigo detido no Arizona durante a qual terá dito: “Este homem tem muito dinheiro. Eu sei o que faço.”

Segundo o advogado, houve erros na tradução do diálogo em dialeto Peul, o dialeto da etnia de Nafissatou Diallo.