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Sírios não querem ser esquecidos

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Sírios não querem ser esquecidos

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O levantamento popular na Síria contra o presidente Bashar al-Assad mantém o fôlego apesar da repressão sangrenta por parte do regime.

Hoje duas pessoas morreram e várias ficaram feridas nas cidades de Latakia no oeste e Deraa no sul, durante as manifestações ocorridas após a oração.

Milhares de pessoas também protestaram em Deir Ezor no leste) para lembrar os quatro civis que faleceram na véspera.

As forças de segurança, mobilizadas massivamente em todo o país, proibiram o acesso às mesquitas dos homens com menos de 50 anos, e impediram os fiéis de entrar nos locais de culto com telefones sobretudo os aparelhos equipados com câmeras de filmar.

Esta imagens foram capatadas por um video amador apesar da proibição.

Os manifestantes reclamam a atenção da comunidade internacional face ao massacre silêncioso que está a ser levado a cabo pelas forças do regime.