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Fecha portas este sábado, mas promete continuar a fazer crescer água na boca de muitos admiradores.

Considerado várias vezes o melhor do mundo, o restaurante El Bulli, na Catalunha, só volta a reabrir dentro de dois anos, com outro estatuto.

Até lá, o inovador chefe Ferran Adriá, conhecido como o pai da cozinha molecular, vai ocupar-se da Fundação El Bulli, onde quer “criar mais do que nunca, até que o corpo e a mente se aguentem”.

“Atualmente damos 140 concertos.

A partir de 2014 passaremos a dar 25 ou 30. Vamos perder mais tempo na composição do que na performance”, explica Ferran Adriá.

Para conseguir mesa era geralmente preciso reservar com um ano de antecedência, mas o repasto desta noite conta com cinquenta privilegiados.

Familiares e amigos de Ferran Adriá, chefe da famosa cozinha de três estrelas Michelin.

“Comunico com outras disciplinas. Com a arte, design, ciência. Entendo que as críticas estão relacionadas com a vanguarda. O que é bom. Se não concordarem connosco é porque não nos entendem. Se não nos entendem isso significa que estamos na vanguarda. No dia em que todos nos compreenderem devemos preocupar-nos”, revela o chefe de cozinha.

Para Ferran Adriá, a criação da Fundação é uma forma de homenagear a história de amor do casal Schilling, que, fugindo à Segunda Guerra Mundial, montou um pequeno bar de praia no município de Roses, na Catalunha, próximo da fronteira com a França.

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