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Obama criticado pelo acordo

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Obama criticado pelo acordo

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Os grandes jornais norte-americanos criticaram severamente o acordo entre democratas e republicanos, para o aumento do teto da dívida.

Acusam Obama de “capitulação”, perante os “extremistas de direita”.

O “New York Times” considera o acordo de “tremendo”, no título do editorial desta segunda-feira.

Admite que o acordo evita a insolvência, mas é uma “capitulação”.

Nas ruas, a opinião é idêntica:

“Nós precisamos uma plano maior. Precisamos que as pessoas que tomam decisões duras, neste país, não o façam a pensar só em eleições”, diz um residente de Houston.

“Estou confuso e estou extremamente decepcionado com o estado do nosso governo que desceu a um ponto de redução das suas próprias capacidades que o deixa moribundo”, acrescenta um homem da Flórida.

Obama sente esse mal-estar da opinião pública e minimiza os efeitos do acordo. Prefere enaltecer outros efeitos, sem dizer que impacto terão na vida dos americanos:

“A primeira parte deste acordo cortará aproximadamente mil milhões de dólares na despesa, durante os próximos 10 anos, os cortes que ambos os partidos tinham acordado no princípio deste processo”.

Mais satisfeito ficou o “Wall Street Journal”, conotado com a direita conservadora e com os meios financeiros. O jornal escreve que este acordo “parece ser o o melhor que se conseguiu, nos últimos anos”.