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"Indignados" chegam a Wall Street

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"Indignados" chegam a Wall Street

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O aumento do teto da dívida dos Estados Unidos parece não tranquilizar os norte-americanos, bem pelo contrário. Munidos de cartazes e palavras de ordem, vários sindicalistas e estudantes concentraram-se em Wall Street em protesto.

Culpam os bancos e várias instituições de contribuírem para o défice dos Estados Unidos e temem pelo futuro devido aos cortes sociais que ase avizinham . Aos “indignados” espanhóis parecem agora juntar-se os “indignados” norte-americanos.

“A ideia geral é a de que precisamos de um movimento popular para lutar, de forma a ter controlo das coisas que afetam as nossas vidas, em todos os níveis de Governo”, diz Larry Hales, um manifestante.

Momentos depois da aprovação no Senado, o presidente Barack Obama referiu que a redução do défice é o “primeiro passo para assegurar que os Estados Unidos, como nação, não vivem acima das possibilidades”.

O projeto permite aumentar o teto de endividamento em pelo menos 2,1 mil milhões de dólares para 16,4 mil milhões.

Inclui ainda um corte no défice de 2,4 mil milhões de dólares nos próximos dez anos.