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Juiz mantém Timochenko detida

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Juiz mantém Timochenko detida

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O Tribunal de Kiev recusou, esta manhã, a libertação de Iúlia Timochenko. A antiga primeira-ministra ucraniana foi detida, preventivamente, na última sexta-feira, por desrespeito ao tribunal, durante o julgamento de que é alvo.
 
Timochenko é acusada de abuso de poder e de ter lesado a Ucrânia em milhões de euros, enquanto primeira-ministra, na assinatura de acordos com a Rússia, sobre o fornecimento de gás, em 2009.
 
O marido de Timochenko, Alexander Timochenko, espera que a administração Ucraniana tenha a inteligência mudar a medida de coação e liberte a antiga primeira-ministra.
 
Os analistas acreditam que a condenação de Iúlia Timochenko pode trazer repercussões graves para a Ucrânia.
 
“Se Timochenko for condenada a muito tempo de prisão, isso poderá despoletar uma grave crise política no país,” conclui o analista político Vadim Karasyov.
 
Centenas de pessoas, incluindo alguns deputados, estão acampados à porta do Tribunal de Kiev e exigem a libertação da “Dama de Ferro” ucraniana.
 
Os Estados Unidos e alguns países europeus, onde se incluem a França e o Reino Unido, mostraram já ser contra a detenção de Timochenko, considerando a medida demasiado radical.