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Ucrânia: Tymoshenko continua detida

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Ucrânia: Tymoshenko continua detida

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Ioulia Tymoshenko permanece sob custódia das autoridades.

Na segunda-feira, um juíz recusou-se a libertar a antiga primeira-ministra ucraniana que voltou a ser escoltada para um estabelecimento prisional.

Desde o início do julgamento em finais de junho que Ioulia Tymoshenko se tem recusado a cooperar com o juíz que acusa de ser um fantoche ao serviço do presidente Yanukovich, seu opositor político.

Na sexta-feira, Tymoshenko foi colocada em prisão preventiva pelo tribunal.

A nível internacional as pressões sob o governo têm vindo a aumentar.

Para além da União Europeia, os Estados Unidos afirmam recear a existência de motivações políticas por detrás do julgamento. A Rússia reafirmou a legalidade dos contratos de abastecimento de gás, facto colocado em dúvida pelo governo.

O embaixador da União Europeia em Kiev, José Manuel Teixeira, reagiu à detenção.

“A interrupção dos abastecimentos de gás teve um grande impacto em alguns estados-membros. Na altura a União Europeia elogiou o retomar dos abastecimentos de gás que acabaram com a crise em janeiro de 2009. É por isso que este julgamento é importante para a União Europeia”, disse o representante.

Nas ruas os apoiantes de Tymoshenko mantêm os protestos. Há notícias de confrontos entre os apoiantes da antiga primeira-ministra e forças policiais.