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Diplomacia não trava incursões na Síria

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Diplomacia não trava incursões na Síria

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As incursões feitas pelas tropas sírias provocaram, esta quarta-feira, dezenas de mortos.

Vários bairros da cidade de Deir el-Zor, no leste da Síria foram bombardeados. Testemunhas falam de um verdadeiro massacre.

A ofensiva militar estende-se a outras regiões.

Segundo fontes locais, tropas e tanques entraram em Taftanaz e Sirmine, a 30 quilómetros da fronteira com a Turquia.

De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos pelo menos uma pessoa morreu e 13 ficaram feridas.

Já em Homs, a terceira maior cidade do país, 15 civis foram mortos durante uma manifestação contra o regime.

As informações que chegam do terreno contrastam como o otimismo de Ancara. O primeiro-ministro turco diz estar confiante que o regime sírio possa dar início às reformas dentro de 15 dias e garante que Ancara enviou uma mensagem clara ao presidente (Bashar Al-Assad) para que acabe com a repressão.

Ao fim de 10 dias, o regime sírio anunciou que as tropas e veículos blindados abandonaram Hama, símbolo da revolta popular. Mas fontes locais asseguram que muitos tanques se mantêm na cidade onde, nas últimas horas, terão sido mortas 50 pessoas.

Os Estados Unidos anunciaram, entretanto, novas sanções contra instituições financeiras sírias.