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Kiev quer rever contrato sobre fornecimento de gás com Moscovo

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Kiev quer rever contrato sobre fornecimento de gás com Moscovo

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O preço do gás está a dominar o encontro entre o presidente russo e o homólogo ucraniano que decorre em Sochi, estância turística do Mar Negro.

Kiev admitiu, há dias, suspender o contrato de 10 anos, assinado em 2009 com Moscovo, pela então primeira-ministra Yulia Tymoshenko, por considerar que seria ruinoso para a economia.

Viktor Yanukovich diz que a Ucrânia sempre esteve e continua a estar disponível para ultrapassar as diferenças com Moscovo e para alcançar um compromisso.

A chamada guerra do gás entre a Ucrânia e a Rússia afetou o abastecimento à Europa. Dois anos depois, a procuradoria ucraniana acusa a antiga chefe de governo de ter lesado o país em cerca de 130 milhões de euros.

Yulia Timoshenko, entretanto detida, afirma estar a ser vítima de uma farsa judicial orquestrada pelo atual chefe de Estado.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo já fez saber que os documentos assinados sobre o fornecimento de gás entre Moscovo e Kiev respeitam a legislações dos dois países e o Direito Internacional.