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Hillary Clinton apela ao reforço de pressões sobre a Síria

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Hillary Clinton apela ao reforço de pressões sobre a Síria

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Nada parece deter os ataques contra manifestantes pró-democracia na Síria. Esta sexta-feira, dia de orações, pelo menos 13 pessoas morreram, vítimas da repressão das forças de segurança fiéis ao regime do Presidente Bashar al-Assad.

A jornada foi de protestos com manifestações nas cidades de Hama e Deir al-Zor, Damasco, Deraa, Lattaquié e em localidades da província de Homs. Os manifestantes não desistem do braço-de-ferro, cantando em uníssono que “só se ajoelham perante Deus.”

Numa tentativa para pressionar Damasco, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinto, apelou aos países que deixem de comprar petróleo à Síria: “Incentivamos os países que continuam a comprar petróleo e gás natural à Síria e que ainda vendem armas a Assad, a passarem para o lado certo da história.”

A visão do lado certo da história esbarra, no entanto, na postura do presidente sírio, que se mantém irredutível.

Na quinta-feira, Hillary Clinton já tinha apelado à Índia e à China, que têm “investimentos importantes no setor energético na Síria”, a cooperar na imposição de sanções contundentes contra o regime de Assad. Também instou a Rússia a deixar de vender armas a Damasco.