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Reino Unido: o melhor e o pior das redes sociais

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Reino Unido: o melhor e o pior das redes sociais

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As redes sociais, apontadas a dedo pelas autoridades britânicas por terem contribuído para espalhar a violência pelo país, voltam a mostrar que são capazes do pior e do melhor.

A história de Aron Biber só foi possível porque elas existem. Este barbeiro de 89 anos, que viu a pequena barbearia em que trabalha há quatro décadas destruída tinha perdido todas as esperanças:

“Quando aqui cheguei, vi as janelas partidas, as portas rebentadas, estava tudo destruído… nem queira saber, não podia continuar aqui… Corto cabelos desde que tinha 12 anos, é a minha vida! Podia vender a loja, mas não quero vendê-la. Posso vir aqui, ver pessoas, falar com elas, cortar-lhes o cabelo. Ganhe o que ganhar, não sou ambicioso. O dinheiro não me interessa”.

Em poucos cliques, a história de Biber passou para as redes sociais, graças a três jovens publicitários que decidiram ajudá-lo. rapidamente recebeu 35 mil libras – quase 40 mil euros – e vai poder reconstruir a pequena loja que é, ao fim e ao cabo, a sua rede social.