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Ataques em Israel retaliados com "mais força e determinação"

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Ataques em Israel retaliados com "mais força e determinação"

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A cidade israelita de Ashdod foi uma das visadas, esta sexta-feira, por ataques de mísseis, atribuídos a grupos armados palestinianos.

Dois habitantes ficaram feridos; uma sinagoga e uma escola foram severamente atingidas. Outros pontos no sul de Israel, como Ashkelon e Kyriat Gat, estiveram debaixo de fogo.

O governo hebreu aponta o dedo à nova liderança egipcía, acusada de não controlar a fronteira para a Faixa de Gaza, através do deserto do Sinai.

Uma porta-voz do exército israelita refere que a tolerância é zero e que tudo será feito para “refrear este tipo de terrorismo”.

O Tsahal lançou raides em resposta ao ataque em Eilat, na passada quinta-feira, que vitimou mortalmente oito israelitas. Duas bases das Brigadas Ezzedine al-Qassam, o braço armado do Hamas, foram parcialmente destruídas. Ao longo da fronteira com o Egito, a investida de Israel terá morto sete supostos terroristas palestinianos e três polícias egipcíos.

No meio de tudo isto, Nabil Shaath, representante de Mahmoud Abbas, declarou que “a não-violência é o caminho para uma solução que acabe com a ocupação israelita”, mas que não aceita “a política de retaliação contra os civis de Gaza”, porque, salienta, “equivale a uma punição coletiva e a um crime de guerra”.

O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, afirmou que Gaza é a base de toda a instabilidade e que os seus militares irão agir com mais “força e determinação”.