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Regresso de Strauss-Kahn divide franceses

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Regresso de Strauss-Kahn divide franceses

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Quatro meses depois, Strauss-Kahn prepara-se para voltar a casa.

Na reação, a socialista e mãe da escritora francesa, que acusa o político de tentativa de violação disse estar profundamente indignada. Mas não é a única:

“Vimos, desde o início, que estavam todos contra a empregada de hotel. Nós vimos Strauss-Khan algemado e, isso, gerou um escândalo em França, mas sem dúvida que algo se passou” afirma uma mulher.

Um homem considera que o caso “pôs a nu a personalidade deste homem,” adiantando, que “independentemente do julgamento, a carreira política de Strauss-Kahn nunca mais será a mesma.”

Outro refere: “talvez tenha futuro político como ministro se os socialistas ganharem, mas não como Presidente da República ou candidato nas próximas eleições.”

O trunfo dos socialistas na corrida às presidenciais em 2012 vai ficar para já fora da cena política.

Mas uma sondagem publicada em julho revela que cerca de metade dos franceses se mostra favorável ao regresso de Strauss-Kahn.