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EUA devolvem passaporte a Strauss-Kahn

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EUA devolvem passaporte a Strauss-Kahn

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Dominique Strauss-Kahn deverá recuperar, ainda, hoje o passaporte apreendido, em maio, nos Estados Unidos.

Esta terça-feira, a justiça norte-americana deixou cair as acusações de agressão sexual contra o antigo chefe do Fundo Monetário Internacional.

A tese de que existiu uma relação sexual consentida e a falta de credibilidade da guineense de 32 anos convenceram o juiz.

15 minutos depois do início da audiência, Strauss-Kahn saía em liberdade e, só então, quebrou o silêncio.

O político disse estar ansioso para regressar a França, acrescentando, que antes disso tem ainda de resolver algumas questões nos Estados Unidos.

O processo criminal chega formalmente ao fim, mas Nafissatou Diallo promete não desistir. Strauss-Kahn enfrenta um processo cível e uma outra queixa de tentativa de violação, desta vez em França.

Um dos advogados de Diallo diz que já se reuniu com os representantes legais da jornalista e escritora, Tristane Banon, para garantir que tanto o caso da sua cliente, como o da francesa, não vão cair por terra.

Banon formalizou a queixa de agressão sexual contra Strauss-Kahn, em julho, depois de tornado público o caso da guineense, em Nova Iorque.

O caso remonta a 2002 e promete comprometer, ainda mais, a carreira política do socialista francês.