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Dominique Strauss-Kahn voltou à sede do Fundo Monetário Internacional, em Washington, para uma última despedida ao orgão que dirigiu durante quatro anos.

Longe das câmaras, o ex-director-geral do FMI apresentou desculpas pelas “repercussões negativas” do escândalo sexual em que se viu envolvido em Maio. Os trabalhadores da instituição responderam com um aplauso caloroso.

Segundo testemunhas, Strauss-Kahn afirmou que os anos à frente do FMI “foram os mais interessantes” da sua carreira profissional.

A Justiça norte-americana retirou na semana passada a acusação de agressão sexual contra Strauss-Kahn, na sequência de dúvidas sobre a credibilidade da alegada vítima.

O ex-patrão do FMI deverá voltar em breve a França, onde era antes visto como um sério candidato às presidenciais de 2012.

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