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Embargo europeu a petróleo sírio motiva críticas da Rússia

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Embargo europeu a petróleo sírio motiva críticas da Rússia

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Os Vinte e Sete uniram-se contra a Síria, mais precisamente, contra os lucros da produção petrolífera que beneficiam o regime de Bashar al-Assad.

Por isso, a União Europeia levantou um embargo ao petróleo sírio, depois de já ter imposto outras sanções que limitam as trocas comerciais com Damasco e restringem o acesso à Europa de alguns homens de negócios locais.

A responsável diplomática dos Vinte e Sete, Catherine Ashton, reforçou o alcance das medidas, declarando que se destinam a “privar o regime dos seus ganhos financeiros, de forma a exercer pressão económica para atingir um resultado político, que é o de parar o derramamento de sangue”.

A França e a Alemanha ponderam mesmo um reforço das sanções. Mas a Rússia repudia-as globalmente, como anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov. Moscovo e Pequim bloqueiam mesmo uma resolução da ONU contra a repressão na Síria.

Mesmo na Europa há resistências. Holanda, Inglaterra e Itália, mantêm negócios avultados com Damasco, relacionados, justamente, com a exploração de petróleo.