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Rússia condena sanções europeias ao petróleo da Síria

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Rússia condena sanções europeias ao petróleo da Síria

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Agora é o petróleo sírio que está na mira da União Europeia.

Os 27 decidiram impôr sanções à produção petrolífera de Damasco, sobretudo no que toca à aquisição da matéria prima a empresas locais.

Esta iniciativa junta-se a outras restrições económicas levantadas, ao nível das trocas comerciais, sob o argumento de que o regime de Bashar al-Assad continua a massacrar os seus opositores. Isto, apesar da resistência de alguns países, como a Holanda, a Inglaterra e a Itália, que mantêm investimentos avultados na Síria.

O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, veio condenar as sanções europeias. A Rússia, juntamente com a China, opõe-se a uma resolução da ONU que pressione o destantelamento do governo de al-Assad, acusado de ter morto mais de 2 mil civis, desde o início dos protestos anti-regime, há cinco meses.