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Israelitas trocam a prioridade da segurança para protestar por mais empregos

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Israelitas trocam a prioridade da segurança para protestar por mais empregos

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O cenário e o ambiente têm qualquer coisa de Madrid, mas trata-se precisamente de Telavive, ainda que haja muitas motivações em comum.

Aquilo que começou como um ajuntamento de jovens que pretendem trabalho e qualidade de vida, transformou-se numa mobilização nacional e num desafio para o governo israelita.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu reuniu um comité de urgência para debater as medidas económicas exigidas pelos manifestantes, entre descida de impostos e alargamento do ensino gratuito.

Mas Netanyahu já anunciou que não vai haver milagres. Israel tem um orçamento claramente sobrecarregado pelas questões de segurança, o que se reflete na carga fiscal. No entanto, tem uma taxa de desemprego de apenas 5,5% e uma economia relativamente estável.

Não obstante, os protestos pelo futuro do país vão continuar; aguarda-se somente as conclusões do comité que estuda as reformas possíveis.