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Novo dia de paralisação na Grécia

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Novo dia de paralisação na Grécia

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Médicos, taxistas, estudantes. As ruas de Atenas e de outras cidades gregas voltaram a ser invadidas por movimentos de contestação.

Os médicos protestaram contra as alterações previstas no sistema de saúde, um dos setores mais afetados pela corrupção, seguradoras, indústria farmacêutica, e equipamento médico.

A greve surge poucos dias depois de o governo helénico ter anunciado que pretende acelerar o plano de privatizações.

Este médico e delegado sindical defende que “o ministro da Saúde é muito subserviente em relação à Troica e ao programa de austeridade. Se estas medidas forem aplicadas todas as pessoas vão sofrer, não são só os médicos.”

O ministro do Desenvolvimento Regional grego, esteve em Bruxelas na quarta-feira e explicou à euronews a principal causa para a grave crise grega.

“Todos os dias vemos companhias saudáveis fechar as portas. Como político sinto-me derrotado porque a liquidez é o grande problema da economia grega. Os bancos enfrentam problemas terríveis. Este é o principal problema da economia grega.”

A delegação da missão técnica conjunta da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional já chegou a Atenas, onde pôde constatar problemas de circulação bem mais sérios do que o habitual na capital grega.

Os taxistas também estão em greve devido ao projeto de liberalização do setor e para não passarem despercebidos estacionaram os táxis um pouco por toda a cidade.