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Gregos não calam a revolta

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Gregos não calam a revolta

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Os gregos em revolta, regressam às ruas para protestar contra o excesso das medidas de austeridade.

O Governo grego enviou cerca de cinco mil polícias para Tessalónica, onde o primeiro-ministro, George Papandreou proferiu o seu discurso anual sobre economia.

Um reforço que se deve ao receio de eventuais confrontos,uma vez que pelo menos sete diferente protestos foram convocados para a segunda maior cidade grega.

“Esta manifestante diz que a queda do poder de compra é de 30 a 40% “.

Sindicatos, estudantes, taxistas e grupos de jovens desempreagados compõem a frente dos protestos, enquanto a Alemanha procura acalmar os investidores diante da crescente instabilidade financeira na zona do euro e possibilidade de uma moratória na Grécia.

O governo da chanceler alemã Angela Merkel prepara um plano B no caso de a Grécia fracassar nas medidas que estão em curso.

Hoje o setor da saúde e educação são os que mais sofrem com os cortes. “Estamos a protestar contra as medidas sobretudo na saúde e educação e ainda contra o aumento dos impostos”

Mais do que nunca a popularidade do primeiro-ministro, Georgio Papandreu está em baixa e a imprensa nacional fala abertamente do assunto.