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Nova Iorque recorda 11de Setembro

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Nova Iorque recorda 11de Setembro

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Os visitantes de Bryant Park vão este fim de semana conviver com a ausência das vítimas do 11 de setembro. No relvado a instalação de 2.753 cadeira vazias em número equivalente aos mortos dos atentados visa precisamente trazer recorda os que partiram nesse dia, há dez anos.
 
No local datilógrafa batem à máquina como a resposta à pergunta: “o que gostaria que o mundo recordasse do 11 de setembro”:
 
“ Eu estava em Nova Iorque na altura, depois disso fui para o Iraque. Gostava que se lembrassem de como fiquei destroçado, pelas pessoas, pela cidade e pelo país”.
  
Este projeto artístico dá pelo nome de “Memória coletiva” foi criado pelo artista Sheryl Oring que pretende assim criar um evento positivo, ajudar as pessoas a exprimir as emoções e o trama deixado pelos ataques terroristas.  
 
“Eu era enfermeira e voluntária numa das equipas de salvamento vindas da Califórinia. Senti apenas uma grande tristeza e uma grande compaixão”. 
 
“Eu espero que os Estados Unidos tenham a capacidade de se transformar num país de pacifistas e não de guerreiro”.
 
Nova Iorque é, este fim de semana, uma cidade onde a palavra morte encontra todos os seus contrários.