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Grécia debate-se contra a bancarrota

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Grécia debate-se contra a bancarrota

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O governo grego resiste à quebra de popularidade gace ao agravamento da crise financeira no país.

O primeiro-ministro, Georges Papandreou garantiu que a Grécia vai cumprir sem qualquer desvio os compromissos assumidos com os credores internacionais para não colocar o país “em perigo”.

“Tomamos as decisões que se impõem de forma a evitar a catástrofe, a catástrofe da bancarrota para o país e para as pessoas. Para ficarmos no euro temos tomar decisões difíceis e sacríficios.

A saída da Grécia da moeda única é um cenário cada vez mais invocado. Berlim pediu ao Atenas que não desista do seu esforço reformista e reiterou que as ajudas europeias são para quem cumpre as condições impostas para o resgate.

Nikos Chistodoulos, analista, considera que as empresa que compram os seus materais em euros ou dolares terão graves problemas com a depreciação do dracma. A saida da zona euro pode transformar-se num pesadelo”.

Mas a avaliar pela tensão existente no país o pesadelo está a ser já vivido pela poulação.

A segunda maior cidade da Grécia, Salónica, foi ontem palco de protestos antiausteridade que juntaram cerca de 20 mil pessoas.

As forças policiais dispararam granadas de gás lacrimogéneo para dispersar cerca de 3 mil taxistas, que recusam a liberalização da sua profissão.

Um protesto reforçado por uma marcha de estudantes que contestavam a recente reforma das universidades.