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Brics podem ajudar a Europa

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Brics podem ajudar a Europa

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Multiplicam-se os contactos, para encontrar uma saída para a crise financeira.

Esta terça-feira, o presidente do Conselho Europeu foi recebido no Eliseu.

Nicolas Sarkozy e Herman van Rompuy discutiram a situação italiana e as medidas propostas por Berlusconi.

A pressão dos mercados não abranda e a crise grega continua a ser a mais preocupante.

Angela Merkel diz que as medidas a tomar terão de ser bem ponderadas:

“Temos sempre de considerar que tudo o que fazemos é controlado, e temos de avaliar as consequências, porque, de outra maneira, podemos muito rapidamente criar uma situação, na zona Euro, que não queremos e que terá consequências muito sérias, para todos nós”

Fecha-se uma porta, abre-se outra. O Brasil e os restantes países Brics reunem-se na próxima semana, para ponderarem uma possibilidade de ajuda à Europa.

O encontro vai decorrer em Washington.

Os analistas de mercado continuam a alertar para o perigo de a Grécia contaminar todo o sistema:

“Se a Grécia falir, certamente que o Euro é ameaçado, porque haverá o risco de contágio. O risco da crise sistémica é real. Os investidores vão dizer: a caixa de pandora está aberta e, por isso, se a Grécia falir, então a Espanha e a Itália podem potencialmente falir”.

A contestação ao plano de austeridade da Grécia mantém-se.

Esta terça-feira, a imprensa helénica dava como certo o despedimento de 3.500 funcionários públicos, aparentemente, já decidido pelo governo.