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Professores espanhóis recusam cortes na Educação

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Professores espanhóis recusam cortes na Educação

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Pelo direito à educação, contra o rigor do plano de austeridade que o governo espanhol impôs, milhares e milhares de professores encheram as ruas de Madrid.

Os cortes globais atingem os 2 mil milhões de euros. O setor da Educação vai ser um dos mais penalizados.

Os sindicatos dizem que mais de 13 mil docentes temporários vão engrossar as filas do desemprego, o mais alto da União Europeia, quase 21% da população ativa.

Uma das manifestantes afirmou que “a Educação tem de ser resgatada da crise, o investimento tem de continuar, porque se trata do futuro do país”.

Os protestos foram organizados região a região, em toda a Espanha. No caso de Madrid, questiona-se a gestão do governo local, a cargo do Partido Popular, que decidiu que todos os professores do ensino secundário têm de dar mais duas horas de aulas por semana, para evitar substituições temporárias.